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Startup brasileira vem apoiando produtores e laticínios a produzirem com mais qualidade e sustentabilidade 

A tecnologia já faz parte do agronegócio brasileiro. Para atender à crescente demanda do mercado por produtos de origem animal, os produtores investem em soluções que permitam otimizar a produtividade trazendo a inovação para dentro da fazenda.

Em meio aos avanços do setor crescem também as exigências da sociedade. Cada vez mais os consumidores desejam compreender o caminho percorrido e o tratamento aos animais no ciclo produtivo. É nesse cenário que o ESG, em inglês: environmental, social and corporate governance, tem ganhado destaque no agronegócio em nível mundial.
Conhecido no Brasil pela sigla ASG, o  conceito que engloba critérios ambientais, sociais e de governança, tem pautado as discussões do setor na busca pela construção de uma cadeia produtiva mais sustentável e próspera.

No pilar ambiental, por exemplo, o setor tem buscado novas formas de abordar diversas questões, como as mudanças climáticas, uso racional de biológicos, otimização de recursos naturais, boas práticas de manejo e de bem-estar animal,saúde única e redução da geração de resíduos, entre outros.

Quanto ao pilar social, o agronegócio brasileiro desempenha um papel fundamental dentro da economia, sendo a cadeia produtiva uma das que mais cresce e gera empregos, contribuindo com o desenvolvimento do país. Por isso, a valorização e a adoção de medidas que permitam o desenvolvimento dos profissionais do campo são crescentes do setor.  Além disso, o segmento tem como missão alimentar a população mundial. Desta forma, os produtores buscam, cada vez mais, por estratégias que evitam o desperdício ao mesmo tempo em que otimizam a produtividade, binômio que é indispensável para evitar a insegurança alimentar. 

Já a governança faz referência a forma como as empresas se relacionam com a comunidade onde estão inseridas e com a sociedade em geral. A transparência em suas ações e comunicações são extremamente relevantes, considerando as exigências do mercado e do consumidor final que busca priorizar as empresas comprometidas com esses pilares.

 

Com a sustentabilidade como um de seus valores e com uma ampla visão sobre a importância da tríade: bem-estar animal, uso racional de recursos e tecnologia, a startup OnFarm tem como propósito garantir a expansão do conceito ASG no setor leiteiro.

Com uma solução que promove o uso racional de antibióticos, bem-estar animal, mais qualidade no leite e que, consequentemente, contribui para a construção de uma cadeia produtiva sustentável, a startup disponibiliza ao mercado  um sistema único e inovador. 

A tecnologia permite a identificação do agente causador da mastite em 24 horas, na própria fazenda, por meio da cultura microbiológica, o que auxilia os produtores na tomada de decisão para lidar com a principal doença que afeta o gado: a mastite.

Presente há três anos no mercado, a solução já impactou positivamente o setor. Atualmente o sistema dá suporte para mais de 2000 produtores e tem cerca de 1500 laboratórios espalhados pelo país, o que significa mais de 100 mil vacas monitoradas. Os resultados proporcionados pela tecnologia se traduzem em animais mais saudáveis, produção de leite com mais qualidade, menos desperdício na fazenda e uso racional de antibióticos no campo. 

A identificação do agente causador da mastite reduz em média 50% do uso da antibioticoterapia nas vacas com a doença. Além disso, o uso racional do medicamento contribui para evitar o descarte do leite dos animais tratados, impede a contaminação do tanque com resíduos e também permite evitar o surgimento de outro problema, a resistência aos antibióticos. Somente em 2021 a tecnologia evitará o descarte de 7 milhões de litros de leite, o que equivale a um copo de leite, por dia, para quase 100 mil pessoas durante um ano. 

Essa contribuição, da startup, ajuda a reduzir a insegurança alimentar visto que além de evitar o desperdício, o leite é um alimento riquíssimo e importante para alimentação que contém 8 vitaminas e minerais essenciais, entre eles o cálcio, vitaminas A, B12 e D, potássio, fósforo e proteínas

Como a prevalência da mastite nos rebanhos leiteiros é elevada, a principal forma de tratamento utilizado para conter a infecção é a antibioticoterapia. Porém, sem a correta identificação do agente envolvido, o uso indiscriminado de antimicrobianos pode impactar na seleção de microrganismos mais resistentes.

A resistência bacteriana é um desafio presente na pecuária moderna sendo considerada uma ameaça para a saúde e bem-estar dos animais, bem como para a medicina mundial. Estudos indicam que a alta prevalência de bactérias resistentes no campo está associada ao uso excessivo de antibióticos. No caso da pecuária leiteira, a mastite é a principal doença que utiliza a terapêutica como alternativa para conter os avanços da patologia no rebanho.

Entre os riscos associados ao uso indiscriminado de antibióticos está o desenvolvimento das conhecidas “superbactérias” que são agentes que apresentam maior resistência às moléculas disponíveis atualmente no mercado. Isso além de dificultar o tratamento e recuperação do animal pode contribuir para a transferência de genes de resistência, que é uma preocupação mundial.

Os avanços da resistência bacteriana podem colocar em risco a  aplicação do conceito de Saúde Única que faz referência a visão integrada entre saúde humana, animal e meio ambiente.

Por isso, é indispensável investir em estratégias que permitam frear os avanços desse desafio e a correta identificação do agente causador da mastite é uma destas ferramentas. Cerca de 50% das vacas infectadas provavelmente não precisam de tratamento com antibiótico, seja pelo fato do agente não estar mais presente na glândula mamária do animal (resultado de cultura negativo) ou pela infecção envolver patógenos que possuem alta taxa de cura espontânea.

No campo, a adoção do sistema apresenta resultados promissores. O uso da tecnologia na  Capal, localizada em Arapoti/PR, por exemplo,  permitiu a redução em 40% do uso de antibióticos e descarte de leite. Já na Frísia, localizada em Carambeí/PR, a parceria contribuiu para o uso racional de antibióticos, controle da mastite e mais qualidade no leite. Os resultados de uma amostra de cooperados, após o uso racional de antibióticos, indicou que em 48% das vacas detectadas com mastite clínica não houve crescimento da cultura microbiológica. Os animais não foram tratados, fato que contribui para a redução no descarte de leite e gera um impacto financeiro positivo, principalmente por conta da redução dos tratamentos que, em boa parte das vezes, não são necessários.

Desta forma,  o sistema de cultura na fazenda desempenha um papel importantíssimo contribuindo  para tomada de decisão baseada em dados,  o que permite a utilização da antibioticoterapia de forma consciente pelos produtores e apenas nos casos onde ela se faz necessária. 

Com o objetivo de gerar um impacto positivo no mundo, toda solução desenvolvida pela OnFarm nasce com o propósito de empoderar o produtor, contribuindo para uma tomada de decisões baseada em dados, o que permite a manutenção do bem-estar e da saúde dos animais durante todo o ciclo produtivo.

 

Sobre a OnFarm:

A OnFarm tem como propósito trazer para o setor leiteiro soluções únicas e inovadoras que promovem o bem-estar e a saúde animal estimulando a construção de um sistema produtivo leiteiro mais sustentável. A startup acredita no empoderamento dos produtores, para que tomem decisões cada vez mais assertivas. O produtor em primeiro lugar, sempre. Para mais informações acesse: http://onfarm.com.br/ ou entre em contato no WhatsApp (19) 97144-1818 ou e-mail: contato@onfarm.com.br | Acompanhe nas redes sociais: Instagram | Facebook | LinkedIn | Youtube

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